com o vitral dele (do carlos de oliveira)

«fonte
de neve
copo
de vidro»,
a infanta chora
o pé ferido
enquanto a peste
lavra tocando
os sinos de oiro
e o reino acaba
numa gota
de sangue
numa coisa
de nada.

este foi para a borboleta azul

mais um a juntar ao inferno ... este com o vento de carlos de oliveira
"... como o vento fala de amor e solidão :
quem vos ferir não fere em vão , palavras ."



adoro reinventar ...

foi um trabalho que fiz à já algum tempo , com alguma poesia do Carlos de Oliveira , que adoro e que é o inferno :
"... eis-me no centro do assombro ,
onde não há distinção nenhuma
entreser queimado e ser fogo ."...